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Weekly Note

“Global Economic Prospects” – World Bank

Resumo das principais previsões para 2021 e 2022

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O World Bank Group publicou este mês, julho, o relatório Global Economic Prospects, no qual divulga as suas previsões para a atividade económica em 2021 e 2022.

Após a recessão global de 3,5% em 2020, a atividade económica tem vindo a recuperar a nível mundial, embora permaneça abaixo das projeções pré-pandemia. A recuperação em curso é desigual entre países e a incerteza quanto à sua duração ainda persiste. A pandemia continua a afetar a trajetória económica global, dado o surgimento de surtos severos nalguns países, sobretudo os dos mercados emergentes e os das economias em desenvolvimento (EMDE), onde as variantes mais contagiosas se  continuam a propagar. 

Apesar da recuperação em curso, a atividade económica global encontra-se abaixo das projeções anteriores à pandemia

Fonte: World Bank

Enquanto as economias avançadas progrediram significativamente ao nível da vacinação, esta permanece muito atrasada e débil nos países mais pobres.

As economias avançadas progrediram significativamente ao nível da vacinação por oposição aos países mais pobres

Fonte: World Bank

Assim sendo, o avanço na vacinação e o maior controle da pandemia têm sustentado uma recuperação do crescimento económico nas economias avançadas, sobretudo nos EUA, onde existe o reforço adicional proveniente dos estímulos fiscais. Na China, o crescimento económico permanece sólido, mas desacelerou após as autoridades terem retirado alguns desses apoios. Já outros EMDE, onde existem surtos de Covid-19, estão a verificar recuperações económicas menos robustas. Globalmente, a manufatura tem recuperado de forma marcada, com a produção industrial mundialmente a superar os níveis pré-pandemia. No entanto, a atividade de serviços, sobretudo viagens e turismo, permanece fraca.

No contexto atual é ainda de destacar a subida das yields nos EUA, em resultado do aumento das pressões inflacionistas e do aumento dos preços das commodities. Ainda assim, no todo, o contexto de financiamento permanece favorável, refletindo a continuação da política extremamente acomodatícia dos principais bancos centrais.

Em termos de outlook, o World Bank estima que a economia mundial possa crescer 5,6% em 2021 e 4,3% em 2022.

A economia mundial poderá recuperar 5,6%, em 2021, e 4,3% em 2022

Fonte: World Bank

A recuperação económica projetada é desigual entre países, destacando-se o contributo das principais economias vs.  EMDE. Para 2021, os EUA e a China deverão contribuir com um quarto do crescimento mundial, sendo que o contributo dos EUA é quase o triplo da média registada em 2015-2019.

A recuperação económica mundial deverá ser desigual entre países, estando muito assente no contributo das principais economias, EUA e China

Fonte: World Bank

Apesar da forte recuperação projetada, o PIB mundial, em 2021, ainda deverá ficar cerca de 3,2% abaixo das previsões pré-pandemia, estimando-se que já em 2022, recupere algum do terreno perdido, mas que, ainda assim,  se fixe em 1,8% abaixo das estimativas.. Tal como se pode observar no gráfico abaixo, o PIB per capita, em muitos EMDE, deverá permanecer abaixo dos máximos pré-pandemia durante um extenso período. Um elevado número de países deverá demorar muito tempo para recuperar os níveis de atividade económica, e um regresso às tendências pré-pandemia poderá ser impossível na ausência de reformas estruturais substanciais.

O PIB per capita em muitos EMDE não deverá superar os máximos pré-pandemia nos próximos 2 anos

Fonte: World Bank

Os fatores chave para a determinação do outlook global prendem-se com a evolução da pandemia e o ritmo das campanhas de vacinação. O cenário base assume que os avanços no rollout das vacinas deverão ser eficazes na contenção da propagação do vírus nas economias avançadas já no final de 2021. As EMDE também irão progredir na redução da transmissão, possibilitando a retirada da maioria das restrições em vigor, à exceção das viagens internacionais.

No que respeita às economias avançadas, até agora, a atividade tem sido impulsionada pela forte recuperação dos EUA, em grande parte impulsionada pelos elevados estímulos fiscais. Em geral, os programas de vacinação nestes países têm estado a progredir acima das estimativas do cenário base do World Bank apresentado em janeiro.

Em geral, os programas de vacinação nas economias avançadas têm estado a progredir acima das estimativas do cenário base do World Bank

Fonte: World Bank

Ainda assim, a maioria dos países avançados manteve algum grau de medidas de distanciamento social, por forma a manter em baixa o número de infeções e precaver possíveis surtos.

As economias avançadas estão a registar uma recuperação a duas velocidades, com as vendas e produção de bens próximas ou acima dos níveis pré-pandemia, enquanto o setor de serviços continua com dificuldade em superar os danos não só do surto, mas também das restrições ainda em vigor.

Em geral, os programas de vacinação nas economias avançadas têm estado a progredir acima das estimativas do cenário base do World Bank

Fonte: World Bank

Nas economias avançadas, os mercados laborais estão a recuperar mais rapidamente do que aquando da crise financeira global, no entanto, o emprego, no início de 2021, ainda permanecia bem abaixo do nível pré-pandemia.

Emprego nas economias avançadas

Fonte: World Bank

O progresso ao nível do controle da pandemia, sobretudo através da aceleração da vacinação, deverá permitir um impulso ao consumo, dadas  as elevadas poupanças constituídas pelas famílias no último ano. Tal crescimento deverá contribuir para um estreitamento gradual do gap entre o output das economias avançadas e a sua tendência pré-pandemia. Assim sendo, o World Bank estima que as economias avançadas cresçam 5,4%, em 2021, e 4,0% em 2022. O crescimento dos EUA deverá superar o das restantes economias, devido à maior rapidez na vacinação e aos elevados estímulos fiscais.

Taxa de poupança das famílias nas economias avançadas

Fonte: World Bank

A economia norte-americana tem estado a recuperar mais rapidamente que os comparáveis devido sobretudo aos elevados estímulos fiscais. O aumento do rendimento pessoal tem provocado um boost na despesa de consumo, o qual deverá manter-se à medida que as famílias reduzem a sua taxa de poupança face a níveis historicamente elevados.

De salientar que o American Rescue Act, no valor de 1,9 biliões de dólares, trouxe o estímulo fiscal agregado concedido desde o início da pandemia para um quarto do PIB, um nível sem precedente em época de paz.

A vacinação está a avançar rapidamente e deverá atingir uma base alargada em meados deste ano. Para o World Bank, a economia dos EUA deverá crescer 6,8% em 2021, o seu ritmo mais elevado desde 1984. Em 2022, o crescimento deverá abrandar para um valor ainda assim assinalável de 4,2%, mas que refletirá já o abrandamento da expansão fiscal.

Na Zona Euro, a recuperação económica do primeiro semestre de 2021 foi mais lenta devido a uma maior lentidão no rollout de vacinas e à necessidade de manter restrições de mobilidade devido à ameaça das variantes mais contagiosas. A aceleração esperada nas campanhas de vacinação, a par com a retirada gradual das restrições, deverá permitir uma forte recuperação económica no segundo semestre deste ano. Segundo o World Bank, a economia da Zona Euro deverá crescer 4,2% em 2021, e 4,4% em 2022. O desembolso dos fundos associados ao Next Generation EU também deverá contribuir para a retoma no período, ajudando a financiar vários investimentos.

Após uma recuperação no segundo  semestre de 2020, a economia japonesa sofreu um revés no início de 2021, devido à necessidade de reintrodução de medidas de confinamento, na sequência de um ressurgimento do surto. A posterior redução no número de infeções deverá permitir o alívio das restrições e, como tal, é expectável uma recuperação da atividade económica, assente também nos efeitos dos estímulos fiscais. Segundo o World Bank, a economia do Japão deverá crescer 2,9% em 2021, moderando para 2,6% em 2022, devido à fraqueza do consumo em face de um escasso crescimento salarial. Os Jogos Olímpicos de Tóquio deverão ser realizados sem espetadores estrangeiros e, como tal, os seus benefícios económicos serão mais reduzidos.

Após a expansão de 2,3% em 2020, a economia chinesa continuou a recuperar, com a retoma a estender-se também ao consumo para além do investimento público e exportações.

China – Contribuições para o crescimento da atividade

Fonte: World Bank

As autoridades têm vindo a reduzir progressivamente as suas medidas de apoio mais direto à atividade. O suporte ao crédito e à despesa em infraestruturas, que numa fase inicial contribuíram muito para a aceleração do investimento, registaram uma moderação recente. As falências de empresas, incluindo estatais, continuaram a aumentar.

Na China, as autoridades têm progressivamente reduzido as suas medidas de apoio mais direto à atividade

Fonte: World Bank

Segundo o World Bank, a economia chinesa deverá crescer 8,5% em 2021, devido à aceleração do consumo. Em 2022, o crescimento económico deverá abrandar para 5,4%, devido à redução do suporte das políticas monetária e fiscal, bem como de maiores exigências regulatórias.

Nos EMDE’s, a melhoria da procura externa e a subida dos preços das commodities têm impulsionado a atividade económica em agregado. No entanto, nalguns destes países, a recuperação é prejudicada pelo ressurgimento de infeções, lentidão na vacinação e retirada de suporte de política macroeconómica. A pandemia continua a ser altamente prejudicial para as economias dependentes do turismo e tem exacerbado os desafios domésticos já existentes nos países mais pobres. Em 2020, os EMDE, como um todo, registaram uma contração económica de 1,7%, devido sobretudo ao desempenho de algumas das principais economias como a China e aos países exportadores de commodities, que beneficiaram da subida do preço da energia e dos metais no final do ano passado. Excluindo a China, a recessão nos EMDE foi de 4,3%.

A recuperação económica dos EMDE tem sido prejudicada pela disparidade na evolução da vacinação, que permitiu o ressurgimento de infeções nalguns países

Fonte: World Bank

Nos EMDE, o setor de serviços permanece muito fragilizado devido às medidas de distanciamento social, com especial destaque para a fraqueza no turismo e viagens internacionais.

Nos EMDE, a atividade de serviços continua fragilizada sobretudo devido à fraqueza no turismo

Fonte: World Bank

Por seu lado, o investimento nos EMDE tem sido constrangido por uma queda no investimento direto estrangeiro e nalguns casos por tensões políticas.

O investimento nos EMDE tem sido constrangido por uma queda no investimento direto estrangeiro

Fonte: World Bank

Pela positiva, os EMDE, como um todo, registaram uma forte recuperação na produção industrial e no comércio de bens, os quais conseguiram superar os níveis pré-crise mais rapidamente do que no rescaldo da crise financeira global.

Os EMDE’s registaram uma recuperação da produção industrial e do comércio de bens mais rápida do que aquando da crise financeira global

Fonte: World Bank

O ritmo de recuperação económica divergiu consideravelmente nas várias regiões dos EMDE. No Leste Asiático e Pacífico (EAP), a forte recuperação das exportações ajudou a compensar a fraqueza ao nível doméstico. Nas regiões da Europa, Ásia Central (ECA), América Latina e Caribe (LAC), o elevado número de infeções restringiu a atividade económica. No Médio Oriente e Norte de África (MENA), a atividade de extração foi prejudicada pelos cortes de produção da OPEC+. Na África Subsariana (SSA), a manutenção das medidas de distanciamento social afetou negativamente a atividade económica, sendo que parte da indústria também foi prejudicada por interrupções de eletricidade. Já no Sul da Ásia (SAR), a recuperação dos serviços foi interrompida por um agravamento no número de infeções e consequente deterioração da mobilidade.

Segundo o World Bank, os EMDE deverão registar uma recuperação agregada de 6% em 2021, com a melhoria da pandemia via avanços na vacinação; benefício proveniente dos elevados preços das commodities e aumento da procura externa. No entanto, em 2021, a retoma ainda deverá ser impulsionada em grande medida pelas maiores economias, já que muitos outros países ainda se depararão com elevadas infeções, obstáculos à vacinação e retirada parcial de estímulos fiscais. Excluindo a China, a recuperação projetada para os EMDE, como um todo, é de 4,4% em 2021.

Os EMDE deverão registar uma recuperação agregada de 6% em 2021, equivalente a 4,4% excluindo a China

Fonte: World Bank

Em termos agregados, o crescimento dos EMDE deverá reduzir-se para 4,7% em 2022, devido à retirada parcial dos estímulos fiscais, estabilização dos preços das commodities e fraqueza ao nível do investimento. As economias mais dependentes do turismo deverão continuar a sofrer as consequências das restrições ao nível das viagens internacionais em 2022, adiando a sua recuperação. No todo, a recuperação dos EMDE não será suficiente, com o output em 2022 a ficar 4,1% aquém das projeções pré-pandemia.

A recuperação dos EMDE não será suficiente, com o output, em 2022, a ficar 4,1% aquém das projeções pré-pandemia

Fonte: World Bank

A longo prazo poderão ser muitos os prejuízos trazidos pela pandemia aos EMDE. O investimento público e privado deverá permanecer bem abaixo das projeções pré-pandemia durante um período prolongado. As dificuldades atravessadas pelas empresas e a menor aversão ao risco deverão restringir o investimento privado, enquanto a necessidade de retirada de estímulos fiscais, nalguns países, deverá prejudicar o investimento público.

A trajetória da produtividade do trabalho também deverá ser negativamente afetada através dos impactos nefastos da pandemia na saúde, encerramentos de escolas e efeitos prolongados no desemprego. A perda de qualificações, associada ao desemprego prolongado, pode ter consequências relevantes. Nos EMDE, a pandemia provocou uma perda no número de horas trabalhadas equivalente a 200 milhões de empregos a tempo inteiro, em 2020.

O World Bank adverte que o ritmo da recuperação económica global está sujeito a elevada incerteza, em função da volatilidade causada pela pandemia.

Cenários para a trajetória da recuperação económica global

Fonte: World Bank

O primeiro risco referido é precisamente a continuação dos surtos de Covid e o desenvolvimento de novas variantes. Nalguns países, nomeadamente EMDEs, o número de infeções deverá permanecer elevado, tendo em conta a lentidão da vacinação. Dificuldades ao nível da produção de vacinas, impedimentos logísticos e açambarcamento de vacinas por parte de alguns países, poderão continuar a contribuir para um rollout lento da vacinação nos EMDEs. Por outro lado, em vários países, uma elevada proporção da população mostra-se hesitante em relação à toma das vacinas.

Grau de relutância em relação à toma da vacina

Fonte: World Bank

A eficácia das medidas de controle à pandemia também poderá reduzir-se progressivamente devido a alguma fatiga relativa aos confinamentos.

Eficácia das medidas de controle à pandemia no tempo

Fonte: World Bank

O surgimento de novas variantes, mais contagiosas, capazes de circular entre a população vacinada ou anteriormente infetada, pode comprometer seriamente o ritmo da recuperação económica. A prevalência destas variantes em determinados países deverá provocar a manutenção das restrições às viagens internacionais adiando a retoma das economias mais expostas ao setor do turismo.

Outro risco mencionado está relacionado com o aumento do endividamento na sequência da pandemia. Tal como pode ser observado nos gráficos abaixo, os elevados níveis de dívida e consequente vulnerabilidade financeira precipitaram downgrades nos ratings de crédito em 40% dos EMDE’s desde o início de 2020.

O elevado endividamento torna os países vulneráveis a financial stress

Fonte: World Bank

Os elevados níveis de endividamento tornam os países vulneráveis a um eventual aumento das taxas de juro, que pode advir de uma maior aversão ao risco, inflação ou expectativas de um aperto de política monetária.

Por outro lado, segundo o World Bank existe o risco de surgimento de uma onda de falências. Em vários países, os governos conseguiram reduzir o número de falências na pandemia através de uma junção de medidas entre garantias de crédito, moratórias, flexibilização regulatória e expansão monetária. Efetivamente, tal como se pode observar no gráfico abaixo, o número de falências nas economias avançadas ficou abaixo do verificado aquando da crise financeira global.

Número de falências nas economias avançadas

Fonte: World Bank

No entanto, à medida que os programas de suporte forem retirados, existe o risco de surgimento de crises de solvência, especialmente nos países onde o endividamento das empresas é mais elevado ou naqueles em que existe uma elevada proporção de empresas “zombie” dependentes de baixas taxas de juro.

De referir que o sistema bancário tem sido favorecido pela flexibilização regulatória ao nível da classificação e provisionamento de crédito. No entanto, se as falências de empresas aumentarem os balanços dos bancos poderão sofrer uma rápida deterioração. Os bancos também poderão ser negativamente afetados por fraqueza ao nível dos soberanos. Ainda que consiga ser evitada uma crise bancária de larga escala, a fraqueza dos bancos poderá reduzir a disponibilidade de crédito, prejudicando o financiamento do investimento. Tal situação poderá ser especialmente prejudicial para as PME, as quais já foram muito penalizadas pela pandemia e estão muito dependentes do sistema bancário.

Em suma, o World Bank estima que a economia mundial poderá recuperar 5,6% em 2021, e 4,3% em 2022. A recuperação económica global deverá ser desigual entre países, estando muito assente no contributo das principais economias: EUA e China. Nas economias avançadas, os avanços ao nível do controle da pandemia, deverão permitir uma aceleração do consumo utilizando parte das elevadas poupanças constituídas pelas famílias. Assim sendo, o World Bank estima que as economias avançadas possam crescer 5,4%, em 2021, e 4,0% em 2022. A recuperação económica dos EMDE tem sido prejudicada pela disparidade na evolução da vacinação, que permitiu o ressurgimento de infeções nalguns países. Os EMDE deverão registar uma recuperação agregada de 6% em 2021, equivalente a 4,4% quando se exclui a China. No todo, a recuperação dos EMDE não será suficiente, com o output em 2022 a ficar 4,1% aquém das projeções pré-pandemia. Por fim, o World Bank avisa que a recuperação económica global está envolta em elevada incerteza, elencando como principais riscos o prolongamento da pandemia, a maior vulnerabilidade financeira devido ao aumento do endividamento de empresas, bem como dos países, e potenciais crises de solvência no seguimento da retirada dos estímulos monetários e fiscais.

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